Rita Vargas (1981), PT. Doutorada em História da Arte pela Universidade de Jyväskylä (Finlândia) e Licenciada em Artes Visuais (Escultura e Educação Artística), pela Universidade de Évora e Winchester School of Arts, University of Southampton, Reino Unido. No ano de 2007-2008 realiza residência artística em Nishiaizu International Art Village (Japão). Depois de completar o ano obrigatório de probatório em Ensino de Educação Visual (2008-2009), segue para o Centro de Gravura de Jyväskylä (2009-2010) na Finlândia, onde actualmente se encontra a viver e a trabalhar. Em 2010, realiza residência artística no Centro Cultural de Évora – Departamento de Escultura em Pedra e em Hamburgo, Villa Magdalena K., Werkstattprojekt, (selbstverwaltetes queer-feministisches), Alemanha. Tem vindo a leccionar na Universidade de Jyväskylä e na Universidade Aberta da mesma cidade Finlandesa cursos relativos a metodologias de investigação, História da Arte, Estudos de Performance Artística, Soundscapes e Sonic Art, e cursos teórico-prácticos de técnicas de impressão (Gravura). Foi mãe em 2013. Leccionou em 2016, uma sessão sobre a história da gravura no âmbito da Trienal the Gravura do Museu de Arte de Jyväskylä (Graphica Creativa - a PRESENT to the PAST).

O seu trabalho tem sido exibido a nível internacional e encontra-se representada em colecções privadas e públicas incluindo o Departamento de Artes Visuais, Universidade de Évora, Galeria 21 (Évora), Associação de Gravadores de Évora, Casa das Artes de Tavira (CAT), Colecção Bartolomeu Cid dos Santos, Galeria ArteContempo (Lisboa), Galeria 7 (Coimbra), Bienal Internacional de Gravura do Douro, Instituto Camões/Centro Cultural de Tóquio (Japão), Nishiaizu International Art Village, (Shingo/Nishiaizu,Japão), Kentaro Sato Art Village (Niigata/Japão), Galleria Becker, Galleria Ratamo e Museu de Arte Contemporânea de Jyväskylä, University of Jyväskylä (Finlândia).

Algumas das suas obras estão publicadas em teses de doutoramento, catálogos de exposicões, e publicações relacionadas com a Teoria da Arte em Portugal. Também realizou parte do cenário para o filme “Le Botanist”, do realizador Francis Manceau.

Como investigadora, tem vindo a participar em Conferências Internacionais na área dos Estudos Culturais e Sustentabilidade Cultural.