Rita Vargas (1981), PT. Doutorada em História da Arte pela Universidade de Jyväskylä (Finlândia) e Licenciada em Artes Visuais (Escultura e Educação Artística) pela Universidade de Évora e Winchester School of Arts, University of Southampton (Reino Unido). Realiza residência artística em Nishiaizu International Art Village (Japão) durante um ano (2007–2009). Depois de completar o ano de probatório em Ensino de Educação Visual (2008–2009), segue para o Centro de Gravura de Jyväskylä (2009–2010) na Finlândia, onde actualmente se encontra a viver e a trabalhar. Em 2010, realiza residência artística no Centro Cultural de Évora – Departamento de Escultura em Pedra e em Hamburgo, Villa Magdalena K., Werkstattprojekt, (selbstverwaltetes queer-feministisches), Alemanha. Tem vindo a leccionar história da arte, metodologias de investigacão, história da performance: sonic art e soundscapes, e cursos teórico-práticos relacionados com técnicas de gravura na Universidade de Jyväskylä, na Universidade Aberta, no Centro de Gravura e Fotografia (Ratamo Printmaking and Photography Centre), e no Museu de Arte Contemporânea da mesma cidade Finlandesa. Actualmente dedica-se exclusivamente à criação artística e à curadoria.

O seu trabalho tem sido exibido a nível internacional e encontra-se representada em colecções privadas e públicas incluindo o Departamento de Artes Visuais, Universidade de Évora, Galeria 21 (Évora), Associação de Gravadores de Évora, Casa das Artes de Tavira (CAT), Colecção Bartolomeu Cid dos Santos, Galeria ArteContempo (Lisboa), Galeria 7 (Coimbra), Bienal Internacional de Gravura do Douro, Instituto Camões/Centro Cultural de Tóquio (Japão), Nishiaizu International Art Village, (Shingo/Nishiaizu,Japão), Kentaro Sato Art Village (Niigata/Japão), Galleria Becker, Galleria Ratamo e Museu de Arte Contemporânea de Jyväskylä, University of Jyväskylä (Finlândia).

Algumas das suas obras estão publicadas em teses de doutoramento, catálogos de exposicões, e publicações relacionadas com a Teoria da Arte em Portugal. Também realizou parte do cenário para o filme “Le Botanist”, do realizador Francis Manceau.

Como investigadora, tem vindo a participar em conferências internacionais nas áreas da história da arte, estudos culturais e sustentabilidade cultural.

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